A morte não é o fim
A
prática espiritual, que contempla um número infinito de renascimentos e
aspectos do tempo que ultrapassam nossos conceitos habituais, integra a morte
em uma perspectiva bem diferente, bem mais vasta. A morte deixa de ser um fim
inelutável, terrível. Não é mais um marco final. Não marca mais o término de
uma vida humana que desaparece para sempre. A morte torna-se um dos momentos da
existência, que se desdobra em ciclos infinitos.
Dalai Lama
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