Thay lembraria que nós não somos isolados. Essa desesperança pode não ser apenas "sua".
Como células de um organismo maior, nós carregamos em nossos corpos e mentes a tristeza não processada dos nossos pais, dos nossos avós e do próprio mundo.
Quando você senta com a sua desesperança e respira com ela, você não está curando apenas a si mesmo. Você está curando gerações de ancestrais que não souberam o que fazer com a própria dor. Sua prática de 40 anos deu a você a capacidade de fazer esse trabalho sagrado por eles.