Se existe o desespero, é porque ainda existe um "eu" que se desespera, que se deleita na dor e que se leva muito a sério. Se renuncio a este eu, renuncio, ao mesmo tempo, ao desespero.
"Decidir ser feliz, nada adicionar à infelicidade da humanidade, nem mesmo uma queixa, um pensamento... Vontade de não perturbar, de não magoar. Não é ainda o amor nem a sabedoria, é o começo da ética. Para muitos, já é o heroísmo..." Jean-Yves Leloup (em "O Absurdo e a Graça". Encontrado no maravilhoso - e lamentavelmente desativado - blog Para Ser Zen)