A realidade da Mente não é criada e
nem destruída, e as distinções entre os diversos fenômenos estão baseadas em
falsas concepções. Os objetos e suas formas não existem fora das concepções da
mente. Consequentemente, todas as coisas independem da linguagem que as
nomeiam, independem dos nomes pelas quais são chamadas, independem de como são
vistas: são, na realidade, todas iguais, sem diferenças ou mudanças, e
indestrutíveis: são a Mente Única.
Jingue (monge Chan)
(em “La Aurora del Zen”)