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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Ao sentar-se para meditar, diga: "Isso não é da minha conta!" a cada pensamento que surgir.


Ajahn Chah 

A atividade mental é como uma cobra mortal venenosa. Mas não importa o quão venenosa ela seja, se não interferirmos com a cobra, ela simplesmente vai embora.


Ajahn Chah 

quinta-feira, 19 de junho de 2025

Quando realizamos o dharma,  onde quer que nos sentemos estamos no dharma, onde estivermos recebemos as lições do dharma.


Ajahn Chah 

domingo, 17 de novembro de 2024

Se compreendermos plenamente a verdade, teremos paz. Ter ou não ter é a mesma coisa. Ganhar é perder são uma coisa só. O Buda nos ensinou que essa é a verdadeira paz; paz na felicidade,  da infelicidade, no contentamento e no sofrimento.


Ajahn Chah 


quarta-feira, 24 de julho de 2024

terça-feira, 23 de julho de 2024

Se você se autoinvestigar momento a momento, se já tiver transcendido a indulgência em relação aos prazeres, terá transcendido a felicidade.  Felicidade e infelicidade não trazem paz.  O Buda nos disse para abandonar a ambos. Essa é a prática correta.  Esse é o Caminho do Meio.


Ajahn Chah 

segunda-feira, 22 de julho de 2024

O Buda declarou que apegar-se ao prazer ou à dor são formas de vida intoxicantes e não são o caminho de um praticante, o caminho para a paz.


Ajahn Chah

sábado, 8 de julho de 2023

O que há que pode ser perdido por uma pessoa? Não há nada que possa ser perdido. Ganhar algo é apenas dharma. Perder também é dharma. Estar feliz e confortável é dharma. Ficar pouco à vontade é dharma. Significa não se apegar a todas essas condições, mas reconhecer o que elas realmente são. Se você tem felicidade, você reconhece: “Oh! É felicidade, e não é permanente.” Se você está sofrendo, você reconhece: “Oh! É sofrimento, e não é permanente.” “Ah, isso é muito bom!” — não é permanente. “Isso é ruim, muito ruim!” — não é permanente. Todas essas condições têm seus limites, então não se apegue tão firmemente a elas.


Ajahn Chah 

quinta-feira, 6 de julho de 2023

A natureza da mente original é ser inabalável. Ela é serena. Não somos serenos porque estamos sempre excitados com os objetos dos sentidos e acabamos como escravos dos estados mentais mutáveis. Então, a prática significa procurar encontrar nosso caminho de volta ao estado original. É encontrar nosso antigo lar, a mente original que não vacila e muda  com os fenômenos. Ela é perfeitamente pacífica, e já está dentro de nós.


Ajahn Chan


Ajahn Chah 

quarta-feira, 5 de julho de 2023

Quando alguém nos fala duramente e ficamos com raiva, significa que estamos iludidos pelos fenômenos e os perseguimos; a mente é capturada por seus objetos e segue seus humores. Por favor, entenda que todas essas coisas que experimentamos externamente e internamente não passam de decepções. Eles não são nada certos ou verdadeiros e, perseguindo-os, perdemos nosso caminho. O Buda queria que meditássemos e víssemos a verdade deles, a verdade do mundo. O mundo é o fenômeno dos seis sentidos; fenômenos são o mundo.


Ajahn Chah 

terça-feira, 4 de julho de 2023

Na meditação, trabalhamos para desenvolver a atenção plena para que sejamos constantemente conscientes. Trabalhando com energia e paciência, a mente pode tornar-se firme. Então, quaisquer fenômenos sensoriais que experimentemos, sejam agradáveis ​​ou desagradáveis, e quaisquer fenômenos mentais como reações de alegria ou desânimo, nós os veremos claramente. Os fenômenos são uma coisa e a mente é outra. São coisas distintas.


Ajahn Chah

sábado, 1 de julho de 2023

Apenas tente manter sua mente no presente. O que quer que surja na mente, apenas observe e deixe ir. Nem mesmo deseje livrar-se dos pensamentos. Então a mente retornará ao seu estado natural. Não discriminará entre bom e ruim, quente e frio, rápido e lento. Sem eu e sem você, apenas o que existe. Não apoie-se em nada. É como se você estivesse andando por uma estrada. Periodicamente, você encontrará obstáculos. Quando os encontrar, apenas veja-os e supere-os, deixando-os ir. Não pense nos obstáculos pelos quais já passou; não se preocupe com aqueles que ainda não viu. Atenha-se ao presente. Não se preocupe com a extensão da estrada ou com o destino. Tudo está sempre mudando.


Ajahn Chah 

quinta-feira, 29 de junho de 2023

Buscar a paz de espírito é como procurar uma tartaruga com bigode: você não conseguirá encontrá-la. Mas quando seu coração estiver pronto, a paz virá à sua procura.


Ajahn Chah

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Abrindo mão de pouco, tem-se pouco; abrindo mão de muito, tem-se muito; abrindo mão de tudo, tem-se tudo.


Ajahn Chah

terça-feira, 9 de agosto de 2022

Sua mente generosa é a consciência natural que tudo sabe e tudo acomoda. Meu professor de meditação nas florestas da Tailândia, Ajahn Chah, chamava-a de “Aquela que sabe”. Ele disse que essa é a natureza original da mente, a testemunha silenciosa, a consciência generosa. As instruções são simples: torne-se testemunha de tudo isso, a pessoa com perspectiva, Aquela que sabe.


Jack Kornfield 

quinta-feira, 23 de junho de 2022

O verdadeiro esforço não é aquele empreendido para fazer com que algo de especial aconteça. É o esforço de estar consciente e alerta a cada momento; é o esforço de superar a indolência e as impurezas, o esforço de transformar cada gesto do dia em meditação.



Ajahn Chah

sábado, 26 de março de 2022

 

Não podemos sair correndo das sensações, precisamos conhecê-las. Sensações são apenas sensações, felicidade é apenas felicidade, tristeza é apenas tristeza. Elas são simplesmente isso. Então por que precisamos nos apegar elas? Para a mente sábia, ouvir isso já é suficiente para permitir que seja feita a separação entre as sensações e a mente.

 

Ajahn Chah (1918-1992)

quarta-feira, 23 de março de 2022

 

Um praticante de meditação não deve trilhar o caminho da felicidade ou da tristeza, mas deve conhecê-los. Ao reconhecer a verdade do sofrimento, ele irá conhecer a causa do sofrimento, o fim do sofrimento e o caminho que leva ao fim do sofrimento. E a saída para o fim do sofrimento é a meditação. Dito de maneira simples, precisamos ser vigilantes.

 

Ajahn Chah (1918-1992)

sábado, 19 de março de 2022

 

O Buda ensinou que o caminho que leva ao fim do sofrimento é fazer o dharma surgir como realidade dentro de nossas mentes. Nós nos tornarmos aqueles que testemunharam o dharma por nós mesmos. Se alguém disser que somos bons, não iremos nos perder nisso; se disserem que não somos bons, não nos esqueceremos de nós mesmos. Dessa maneira, podemos ser livres. O bem e o mal são apenas dharmas mundanos, estados da mente. Se os seguirmos, nossa mente torna-se o mundo; buscaremos às cegas na escuridão e não saberemos onde está a saída.

 

Ajahn Chah (1918-1992)