Ajahn Chah usava a metáfora de uma xícara de vidro para ensinar o não-eu (Anatta). Ele dizia: "Para mim, este copo já está quebrado. Como sei que ele inevitavelmente vai quebrar um dia, eu aproveito ele agora, mas não me apego a ele como uma propriedade fixa".
Ele aplicava isso ao ego. Nós sofremos porque tentamos segurar o "eu" como se ele fosse permanente. Quando entendemos que o "eu" é mutável e flui junto com o ambiente, paramos de lutar contra o mundo.
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