Sendo um monge mendicante, Ryōkan às vezes esquecia o que estava fazendo. Certa vez, ele saiu para pedir esmolas e voltou com a tigela vazia, mas o rosto radiante. Quando perguntaram o que ele havia conseguido, ele mostrou um poema que havia escrito no verso de um papel que encontrou, celebrando o perfume das flores de ameixeira. Para ele, a beleza do mundo era o sustento mais valioso.
Ryokan (1758–1831)
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